O carvão nos rostos das mulheres trabalhadoras da estrada de ferro durante a Segunda Guerra Mundial

Segue um artigo muito interessante sobre a mulher estadunidense durante a Segunda Guerra Mundial e algumas fotos espetaculares e coloridas.

As mulheres americanas na Segunda Guerra Mundial envolveram-se em muitas tarefas que raramente tinham antes; como a guerra envolveu conflito global em uma escala sem precedentes, a urgência absoluta de mobilizar toda a população fez a expansão do papel da mulher ser inevitável nas industrias.

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Cloe Weaver, mãe de quatro filhos, em um treinamento de helper roundhouse para operar a plataforma giratória.

A mão de obra qualificada das mulheres foi simbolizada nos Estados Unidos pelo conceito de “Rosie the Riveter”, uma mulher operário de fábrica que realizava o trabalho que antes era feito por homens.

Com esse horizonte ampliado de oportunidades e de confiança, e com a habilidade e com o conhecimento de muitas mulheres, o trabalho voluntário podia agora ser reminerado. O papel das mulheres americanas na Segunda Guerra Mundial foram ainda mais extensos do que na Primeira Guerra Mundial.

As mulheres trabalharam nas indústrias de guerra, na construção de navios, aeronaves, veículos e armamento. As mulheres também trabalharam em fábricas de munições, nas plantações e fazendas, e chegou até dirigir caminhões, e dar apoio logístico para os soldados. As mulheres também se alistaram como enfermeiras que serviram na linha de frente.

Durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 400.000 mulheres americanas serviu com as forças armadas e mais de 460.000 – ealgumas fontes dizem que o número está mais perto de 543.000 – cerca de 16.000 perderam suas vidas como resultado da guerra. No entanto, os EUA decidiram não usar mulheres em combate porque a opinião pública não iria tolerar.

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2 thoughts on “O carvão nos rostos das mulheres trabalhadoras da estrada de ferro durante a Segunda Guerra Mundial

  1. Caramba meu amigo, não fazia ideia dos fatos mostrados nessas fotos, mulheres em trabalhos braçais, maquinistas, manobristas, pilotos, etc. Seguramente substituindo com seu suor a maioria dos trabalhos até então feitos pelos homens, sem se contar que não se tratavam apenas de mulheres solteiras, mas como consta na reportagem, mulheres com até 4 filhos. Fico impressionado que assim como eu, a maioria do povo desconhece esses e outros inúmeros fatos históricos que só vem à público graças à pessoas especiais como você com essa sua louvável iniciativa de divulgar mesmo com dificuldades de fonte, toda essa lacuna da história mundial.
    Parabéns pela iniciativa, e parabéns pela revista.

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    1. Obrigado pelo comentário Carlos, lembrando que essas mulheres são norte americanas, não sei se aqui no Brasil também tivemos algo parecido, mas acho que sim. imagine aquelas famílias que viviam no interior e que poderia ter perdido o homem da casa para a guerra, o serviço braçal deve ter ficado a cargo das mulheres também.
      Vou pesquisar algo a respeito, quem sabe aparece algo bacana para publicar…
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