Pedra do Espia em Itanhaém Durante a Segunda Guerra Mundial
A Pedra do Espia, em Itanhaém, não é só um mirante. Ela é um ponto de interrogação cravado no litoral paulista. Do alto do Morro do Sapucaitava, a vista abre…
A Pedra do Espia, em Itanhaém, não é só um mirante. Ela é um ponto de interrogação cravado no litoral paulista. Do alto do Morro do Sapucaitava, a vista abre…
Em julho de 1941, enquanto os exércitos de Hitler avançavam pelas planícies russas na Operação Barbarossa, uma guerra de proporções menores, mas de sofisticação técnica surpreendente, eclodia nas fronteiras tropicais…
Em 28 de junho de 1919, no Salão dos Espelhos do Palácio de Versalhes, representantes das potências aliadas e da recém-formada República de Weimar assinaram o documento que encerrava oficialmente…
Em 15 de abril de 1945, o cabo Francisco Pedro de Resende participou de uma patrulha crítica na Cota 927, em Montese. Sob fogo de metralhadoras e cercados por minas, os brasileiros capturaram um prisioneiro cujas informações permitiram um bombardeio preciso, resultando na conquista da elevação no dia seguinte.
O período entre 1918 e 1939 não foi uma era de paz, mas um “armistício de vinte anos”. Este artigo analisa as engrenagens de instabilidade que mantiveram o mundo em estado de alerta após a Grande Guerra. Do “Diktat” imposto à Alemanha à fragilidade das novas fronteiras na Europa Central, examinamos como o colapso econômico de 1929 e o medo do bolchevismo criaram o vácuo de poder ideal para a ascensão de regimes totalitários. A tese central é clara: a Segunda Guerra Mundial não foi um acidente, mas o resultado direto de uma arquitetura diplomática falha e de feridas sociais que nunca foram autorizadas a cicatrizar.